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March 26, 2024

Environments Provide Childhood Experiences

We all want our classrooms to be organized, but this is also about children’s access to prepared environments that are interesting, spark independence and agency, and are happy and joyful places to learn. This is a right for every child and teacher.
– Lisa Porter Kuh and Iris Chin Ponte, authors of Complementary Curriculum Approach

Today’s piece is shared, in English and Portuguese, by Prof. Vera Melis Paolillo, PhD. A long-time part of the World Forum on Early Care and Education, she is a National Representative for Brazil and member of the Global Collaborative OnDesign for Children.

Environments as a generator of early childhood create opportunities in different dimensions for children’s experiences. Environments act as a framework for the necessary conditions to guarantee the child’s protagonism. To plan these experiences, spaces need organization that leads children to transform, create and give new meaning to their reality, encouraging creativity through playing, problem solving and cooperation. The environments can represent a sign of listening that anticipates and supports the relationships and interactions.

Thinking about the organization of indoor environments, we may include 5 aspects:

  1. The relationship between space and the quality of the child’s experience;
  2. Space as an element that favors playful activity in childhood;
  3. The educational space as a facilitator of language and interpersonal relationships;
  4. Space and its flexibility to accommodate differences;
  5. Space as a significant educational element that enables active learning.

The environments need to provide learning through play, therefore should favor the use of language and facilitate interpersonal relationships. To this end, the space must provide quiet places, places to play and/or be alone, read, stack, imagine, live social roles, and express oneself through various languages. In an active learning environment, children are free and encouraged to manipulate materials, make choices, plans, and decisions, speak and participate in the organization and use of spaces. From this perspective, it is necessary to qualify early childhood education professionals and implement educational policies appropriate to early childhood so that theoretical knowledge can be applied to everyday practice.

 

O ESPAÇO COMO GERADOR DE EXPERIÊNCIAS NA INFÂNCIA

O espaço como gerador de experiências na primeira infância cria oportunidades em diferentes dimensões para a vivência das experiências infantis. Ele atua como marco das condições necessárias para garantir o protagonismo da criança. Para planejar essas experiências os espaços necessitam de organização que leve as crianças a transformar, criar e ressignificar sua realidade, estimulando-a à criatividade por meio do brincar, da resolução de problemas e da cooperação. O espaço como gerador de experiências significativas para a aprendizagem e o desenvolvimento infantil pode representar um sinal de escuta que antecipa e apoia as relações e interações que nele acontecem.

Ao pensar sobre organização do espaço, incluímos 5 aspectos:

  1. a relação entre espaço e qualidade da experiência da criança;
  2. o espaço como elemento favorecedor da atividade lúdica na infância;
  3. o espaço educador como favorecedor da linguagem e das relações interpessoais;
  4. o espaço e sua flexibilização para o atendimento às diferenças;
  5. o espaço como elemento educativo significativo que possibilita ambientes de aprendizagem ativa.

Assim como o espaço precisa proporcionar a aprendizagem através do lúdico ele educa e, portanto, favorece o uso da linguagem e facilita as relações interpessoais. Para tal o espaço deve propiciar lugares tranquilos, lugares para brincar e/ou ficar sozinho, ler, empilhar, imaginar, viver papéis sociais, expressar-se por meio de várias linguagens. Em um ambiente de aprendizagem ativa, as crianças são livres e estimuladas para manipular materiais, fazer escolhas, planos, tomar decisões, falar e participar da organização e uso dos espaços. Nesta perspectiva se faz necessário qualificar profissionais da educação infantil e implantar políticas educacionais adequadas à primeira infância para que o conhecimento teórico possa ser aplicado a pratica cotidiana.

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